segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Estou com um soninho!!!



Esta fazendo um friozinho gostoooso!!!





domingo, 29 de novembro de 2009

Visitantes do céus



Todas as manhãs recebo a visita destes seres iluminados, eles vêm alegrar meu dia com seu canto.
Eles pousam nos galhos da figueira a observar tudo em volta.
São pardais, e esse lindo pássaro azul acinzentado, que me olha sem medo.
Visitantes do céu, que enche minhas mãnhas de energia.
Ë lindo apreciar um pássaro livre , voando,  rompendo o céus .


 Beijos a todos os meus amigos virtuais

Cris

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Sobre os cães e as pessoas



"Não há melhor psiquiatra na terra do que um cão lambendo o teu rosto."

Ben Williams

Minha meta na vida é ser uma pessoa tão boa como meu cão pensa que eu seja!

Esta fofura é a minha Nina, a alegria da casa.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Se o homem pensasse como os animais...



Se o homem pensasse como os pássaros...
festejaria cada amanhecer com uma linda canção.

Se o homem pensasse como o cavalo...
ultrapassaria os obstáculos com classe, firmeza e determinação.

Se o homem pensasse como o cão...
faria do amor uma constante troca de carinho, lealdade e fidelidade.

Se o homem pensasse como a abelha...
constataria que nada se constrói sozinho.

Se o homem tivesse a pureza e a siplicidade de ser dos animais...
a paz mundial deixaria de ser um sonho e seria uma realidade.

autor desconhecido

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Anjos de quatro patas

Existem pessoas que não gostam de cães. Estas com certeza, nunca tiveram em sua vida um amigo de quatro patas.

Ou se tiveram, nunca olharam dentro daqueles olhos para perceber quem estava ali.

Um cão é um anjo que vem ao mundo ensinar amor.



Quem mais pode dar amor incondicional. Amizade sem pedir nada em troca. Afeição sem esperar retorno.

Proteção sem ganhar nada. Fidelidade 24 horas por dia?

Um cão não se afasta mesmo quando você o agride.

Ele retorna cabisbaixo, pedindo desculpas por algo, que talvez não tenha feito.



Alguns anjos não possuem asas. Possuem quatro patas, um corpo peludo,

nariz de bolinha, orelhas de atenção, olhar de aflição e carência.
Apesar dessa aparência

São tão anjos quanto os outros.




Que bom seria se todos os humanos pudessem ver a humanidade perfeita de um cão!

Informação ...



Olá amigos! Recebi este e-mail e achei muito importante divulgar, é um alerta para quem gosta de pássaros como eu.

"É comum quando gostamos de passáros, especialmente beija-flores, fornecer-lhes água com açúcar nos bebedouros. Entretanto saibam que ISSO MATA O BICHINHO.
O açúcar em contato com a água forma um fungo que traz doença, semelhante ao câncer, no biquinho do beija- flor. A saída é plantar as flores que eles preferem ou comprar Thrill ou assemelhados, como o Néctar
que é vendido nos supermercados e já vêm adoçados sem adição de açúcar, garantindo, desta forma, a saúde do bichinho.
O pacote custa R$ 6,70 e dura 2 ou 3 semanas dependendo da quantidade de bebedouros que você tiver.
Além do mais você pode deixar a solução lá por 5 dias sem problemas, enquanto que a água com açúcar tem que ser trocada diariamente, e o bebedouro deve ser fervido e muito bem limpo para não matar o beija- flor.O mais impressionante é que (quase) NINGUÉM SABE disso, então, por favor, divulguem a informação pois é muito triste sabermos que as pessoas que gostam de cuidar dos beija-flores
podem acabar provocando suas mortes e nunca vão saber que eles morreram com o 'veneno' que lhes demos com tanta boa vontade.

domingo, 22 de novembro de 2009

Mimo que ganhei





Selo Amizade

Presente da amiga Fernanda, do blog" Na casa do Rau."

A amizade é feita de poucas palavras e de grandes sentimentos.

Obrigada pelo carinho, amei!

sábado, 21 de novembro de 2009

Isso que é amizade!



Depois de perder os pais. Esse orangotango de três anos de idade estava tão deprimido que se recusava a comer e não respondia muito bem aos tratamentos e remédios. Os veterinários achavam que ele iria se entregar à morte.

 O velho cão foi encontrado perdido nos arredores do zoológico, e quando levado para dentro da sala de

tratamento, se encontrou com o orangotango, e os dois se tornaram amigos
inseparáveis desde então.

O orangotango encontrou uma nova razão para viver e se esforça ao máximo
para fazer seu novo amigo acompanhá-lo em suas atividades.

Eles vivem no norte da California e a natação é o esporte favorito de
ambos, embora Roscoe (o orangotango) ainda tenha um pouco de medo da
água e precise da ajuda do amigo para atravessar a nado.


Eles passam o tempo todo juntos e podemos ver, pelos sorrisos e risadas,
o quanto são felizes.

Juntos descobriram o lado engraçado da vida e o valor da amizade.

Encontraram mais do que um ombro amigo para debruçar...

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Planeta Azul



A vida e a natureza

Sempre à mercê da poluição

Se invertem as estações do ano

Faz calor no inverno

E frio no verão

Os peixes morrendo nos rios,

Estão se extinguindo espécies animais

E tudo o que se planta, colhe,

O tempo retribui o mal que a gente faz

Onde a chuva caía quase todo dia

Já não chove nada

O sol abrasador rachando

O leito dos rios secos,

Sem um pingo d'água

Quanto ao futuro inseguro

Será assim de norte a sul:

A Terra nua semelhante à Lua

O que será desse Planeta Azul?

O que será desse Planeta Azul?

O rio que desce as encostas

Já quase sem vida parece que chora,

Num triste lamento das águas

Ao ver devastada a fauna e a flora

É tempo de pensar no verde,

Regar a semente que ainda não nasceu,

Deixar em paz a Amazônia,

Preservar a vida,

Estar de bem com Deus

Xororo e Ademir

terça-feira, 17 de novembro de 2009

GRILO GRILADO



O grilo,


coitado,

anda grilado,

e eu sei

o que há.

Salta pra aqui,

salta pra ali.

Cri-cri pra cá,

cri-cri pra lá.

O grilo,

coitado,

anda grilado

e não quer contar.

No fundo,

não ilude,

é só reparar

em sua atitude

pra se desconfiar.

O grilo,

coitado,

anda grilado

e quer um analista

e quer um doutor.

Seu Grilo,

eu sei:

o seu grilo

é um grilo

de amor.

José Elias

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Separe


Separe, separe, separe o seu lixo

Pois você é cidadão

Que respeita o ambiente

Separar é muito fácil

Preste muita atenção

Todo lixo que for de plástico

Vai para o latão

Da cor...

Vermelha

Separar é muito fácil

Preste muita atenção

Todo lixo que for de papel

Vai para o latão

Da cor...

Azul

Separar é muito fácil

Preste muita atenção

Todo lixo que for de vidro

Vai para o latão

Da cor...

Verde

Separar é muito fácil

Preste muita atenção

Todos restos de alimento

Galhos, folhas naturais

Vão para o latão

Da cor...

Laranja

Separe, separe, separe o seu lixo

Pois você é cidadão

Que respeita o ambiente.

Vamos ver se você ainda sabe?

Plástico na lata vermelha

Papel na lata azul

Vidro na lata verde

Metal na lata amarela

E na lata laranja vão os

restos de alimentos, galhos e folhas

Separe, separe, separe o seu lixo

Pois você é cidadão

Que respeita o ambiente

Berenice Adams

sábado, 14 de novembro de 2009

O homem que espalhou o deserto



Quando menino,costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira ( naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, a mãe corria com a tesoura: tome filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pouco, apesar do dia-a-dia constante, de manhã á noite.

Mas o menino cresceu, ganhou tesouras maiores. Parecia determinado, á medida que o tempo passava, a acabar com as folhas todas. Dominado por uma estranha impulsão, ele não queria ir á escola, não queria ir ao cinema, não tinha namoradas ou amigos. Apenas tesouras, das mais diversas qualidades e tipos. Dormia com elas no quarto. Á noite, com uma pedra de amolar, afiava bem os cortes, preparando-as para as tarefas do dia seguinte. Ás vezes, deixava aberta a janela, para que o luar brilhasse nas tesouras polidas.

A mãe, muito contente, apesar do filho detestar a escola e ir mal nas letras. Todavia, era um menino comportado, não saía de casa, não andava em más companhias, não se embriagava aos sábados como os outros meninos do quarteirão. Seu único prazer eram as tesouras e o corte das folhas.

Só que, agora, ele era maior e as árvores começaram a perder. Ele demorou apenas uma semana para limpar a jabuticabeira. Quinze dias para a mangueira menor e vinte e cinco para a maior. Quarenta dias para o abacateiro que era imenso, tinha mais de cinqüenta anos. E seis meses depois, quando concluiu, já a jabuticabeira tinha novas folhas e ele precisou recomeçar.

Certa noite, regressando do quintal agora silencioso, porque o desbastamento das árvores tinha afugentado pássaros e destruído ninhos, ele concluiu que de nada adiantaria podar as folhas. Elas se recomporiam sempre. É uma capacidade da natureza, morrer e reviver. Como o seu cérebro era diminuto, ele demorou meses para encontrar a solução: um machado.

Numa terça-feira, bem cedo como não era de perder tempo, começou a derrubada do abacateiro. Levou dez dias, porque não estava habituado a manejar machados, as mãos calejaram, sangraram. Adquirida a prática, limpou o quintal e descansou aliviado.

Mas insatisfeito, porque agora passava os dias a olhar aquela desolação, ele saiu de machado em punho, para os arredores da cidade. Onde encontrava árvore, matos, atacava,limpava, deixava os montes de lenha arrumadinhos para quem quisesse se servir. Os donos dos terrenos não se importavam, estavam em via de vende-los para fábricas ou imobiliárias e precisavam de tudo limpo mesmo.

E o homem do machado descobriu que podia ganhar a vida com o seu instrumento. Onde quer que precisassem derrubar árvores, ele era chamado. Não parava. Contratou uma secretária para organizar uma agenda. Depois, auxiliares. Montou uma companhia, construiu edifícios para guardar machados, abrigar seus operários devastadores. Importou tratores e máquinas especializadas do estrangeiro. Mandou assistentes fazerem cursos nos Estados Unidos e Europa. Eles voltaram peritos de primeira linha. E trabalhavam, derrubavam. Foram dos sul ao norte, não deixando nada em pé. Onde quer que houvesse uma folha verde, lá estava uma tesoura, um machado, um aparelho eletrônico para arrasar.

E enquanto ele ficava milionário, o país se transformava num deserto, terra calcinada. E então, o governo, para remediar, mandou buscar em Israel técnicos especializados em tornar férteis as terras do deserto. E os homens mandaram plantar árvores. E enquanto as árvores eram plantadas, o homem do machado ensinava ao filho a sua profissão.

Ignácio Loyola Brandão

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Vamos passear no parque?

Hoje, eu e minha amiga Fifi aproveitamos a linda manhã que vez aqui em BH. Aquele tempinho gostoso,  chuva fininha, e aquela disposição para curtir o dia. Fomos passear no parque.




Parece que as árvores agradecem a chuvinha, tudo bem cuidado.



Caminhar entre as árvores , junto a natureza faz um bem enorme, sentimos energizadas



É um previlégio poder usufruir de tamanha beleza, e sempre agradeço a Deus por essa obra magnifica, a Mãe Natureza.


domingo, 8 de novembro de 2009

Era uma vez...



Uma mãe generosa, sábia e grande, mas, porém, muito temperamental, chamada Natureza. Sua casa, segundo consta, era o Universo inteirinho, mas um dia ela se cansou de ter uma casa tão grande, e resolveu que talvez fosse melhor ter um cantinho só seu, mesmo que fosse um cantinho pequenininho. Mais ou menos como quando a gente já vai virando adulto e ainda mora na casa do pai e da mãe, mas vive sonhado com um apartamentinho só da gente, para tocar disco bem alto, andar pela casa só de calção, pintar uma parede de cada cor e achar que tudo tem a cara da gente. Com a Natureza foi mais ou menos assim. Ela queria um planeta só dela, para ver seus bichos e suas plantas crescendo do jeito que ela quisesse. Onde ela pudesse pôr as coisas que gostava nos lugares onde quizesse.
A Natureza procurou pelo Universo inteiro. Com certeza, mesmo que por pouco tempo, chegou a morar em algum planeta de algum sistema solar distante, desses que a gente nem nunca ouviu falar. Com certeza também, deve ter esquecido muita coisa por lá na hora da mudança: um bicho, uma árvore, um pedacinho de mar. Mas o que conta é que a Natureza gostou foi do nosso sistema solar. Há quem diga que, no começo, ela ficou muito indecisa, não conseguia escolher o planeta certo. Também , com tanto planeta bonito. Saturno foi o que chamou mais a atenção, mas como já tinha seus anéis, a Natureza achou que não ficava bem mexer nele. Depois foi a vez do planeta Vênus, que brilha tanto, que até parece uma estrela. Só que a Natureza estava atrás de um planeta que não tivesse nada disso, onde pudesse mexer e remexer, decorar do jeito que mais gostasse: um oceano aqui , uma cordilheira ali, um desertinho do outro lado, uma floresta do lada de lá e assim por diante.


Quando a Natureza bateu o olho na Terra, falou: é esse! E aí, começou a decorar o planeta que, até aquele dia, não tinha nada. As florestas, os rios, as montanhas, os vales, os campos tudo a Natureza foi espalhando pelo planeta, como a gente também faz quando se muda para uma casa nova. Pões um quadro aqui, uma cadeira ali, uma mesinha do outro lado. A gente não gosta que ninguém mexa, que ninguém tire do lugar, que ninguém suje, que ninguém quebre nada. A Natureza também não. Para a Natureza, todas as suas coisas, as árvores, as montanhas e os bichos, eram uma coisa só, irmãos de uma mesma família. Generosa, a mãe Natureza, no começo, fez que não viu quando alguns bichos começaram a mexer em sua casa. Ela saía para dar uma voltinha pelo Universo e, quando voltava, perguntava: cadê a floresta que eu deixei aqui ? Quem borrou a água dório com essa tinta preta? Mãe Natureza ficava furiosa, porque ninguém respondia nada, mas, como mãe é mãe , ia perdoando, perdoando, perdoando...

Um dia, Mãe Natureza achou que estava perdoando demais. Afinal, ela não conseguia mais achar as montanhas, os vales, os campos e as matas que tão bem sabia encontrar em outros tempos. Alguns de seus filhos, uns seres vivos muito inquietos de uma espécie chamada raça humana, não só não se contentavam em tirar as coisas do lugar como, muitas vezes, teimavam em acabar com elas, como se o planeta fosse só deles. Secavam os rios, queimavam as florestas matavam os outros irmãos deles, os bichos, só porque não falavam a mesma língua. Às vezes, se matavam uns ais outros atirando brinquedos terríveis que ela não tinha ensinado e nem dado para ninguém. E esses brinquedos eram tão terríveis, que não apenas matavam, como criavam rachaduras e buracos enormes na casa de Mãe Natureza. Por isso, às vezes, Mãe Natureza ficava furiosa. Aí, sacudia a Terra todinha, com terremotos tremendos, só para repor as coisas em seus antigos lugares. Ou mandava a chuva cair forte e pesada, para cer se lavava a sujeira que tinha tomado conta de sua casa. Que nem a mãe da gente faz com o balde, quando a gente suja a sala da casa dela.

Hoje, Mãe Natureza está muito triste. Os filhos da raça humana continuam aprontando em sua casa. E recusando algumas coisas boas que ela lhes deu. É claro que nem todos fazem coisas ruins. Muitos estão aí tentando consertar o que os outros fizeram de errado durante todos esse tempo. Eles temem que, um dia, a paciência de Mãe Natureza se acabe e ela resolva procurar outra casa, outro planeta, num outro distante sistema solar do qual provavelmente jamais ouviremos falar, pois ela, com medo de outra bagunça, com certeza não vai deixar endereço.

Porque, se ela for embora, pode resolver levar os rios, os mares, os peixes, as flores, a onça e a neve para decorar a sua nova casa. Pode até convidar o sol e a lua para irem morar com ela. Mas será que ela vais nos levar? E, se não levar, o que vamos ficar fazendo aqui num planeta deserto, sem onça, sem neve, sem sol , sem rio e sem floresta?

Jornal de Casa, Belo Horizonte

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Oração do Cachorro



"Trate-me com carinho, meu querido amigo, pois não há nada no mundo mais agradecido que meu coração. Não machuque meu espírito com uma vara, porque embora eu esteja lambendo as suas mãos entre uma pancada e outra, a sua paciência e compreensão vão me ensinar mais rápido aquilo que você quer que eu aprenda.
Nem sempre estou certo, mas estou sempre querendo perdoar e ser perdoado.
Fale sempre comigo, pois sua voz é a coisa mais doce, como você já deve ter percebido pelo abanar do meu rabinho quando ouço seus passos.
 Por favor, leve-me para dentro quando estiver frio e chovendo, pois sou um animal doméstico e não estou acostumado com as intempéries.
Não peço-lhe nada mais do que o privilégio de sentar-me aos seus pés, ao lado do seu coração.
 Mantenha meu potinho cheio de água fresca, pois não posso falar quando tenho sede.
Dê-me comida fresca para que eu fique bem e possa brincar e atender aos seus comandos, para caminhar ao seu lado e saudável para lhe proteger com minha vida, caso você esteja correndo perigo.
 Não posso avisar quando estou doente e preciso de cuidados médicos e vacinas.
Olhe para mim e observe se eu estou diferente, recusando comida e leve-me ao amigo veterinário para uma consulta periódica.
 E, meu amigo, quando eu estiver velhinho e não mais gozar de boa saúde, ouvindo e enxergando mal, meu corpo cansado, não faça nenhum esforço heróico para me manter vivo.
Tudo o que lhe peço é que fique comigo até o fim.
 Abrace-me com carinho e fale comigo até que meus ouvidos não mais ouçam e meus olhos não vejam.
 E saiba que fui feliz em suas mãos."



Autor desconhecido

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

O Mercador e o Louro


Era uma vez um mercador que  mantinha um papagio preso em uma gaiola. Quando estava para ir à Índia, em um viagem de negócios ele disse ao pássaro:

- Eu estou indo à sua terra natal. Você tem alguma mensagem para os seus parentes selvagens?

- Simplesmente diga a eles - disse o papagaio - que estou vivendo aqui em uma gaiola.

Quando o mercador retornou, falou ao papagaio:

- Eu sinto dizer que tão logo encontrei os seus parentes selvagens lá na floresta e os informei de que você estava engaiolado, o choque foi muito forte para um deles. Assim que ouviu a notícia, caiu do galho onde estava, e não tenho dúvidas de que morreu de tristeza.


Imediatamente, assim que o mercador terminou de falar, o papagaio teve um colapso e caiu inerte no chão de sua gaiola.

Penalizado, o mercador tirou o papagaio da gaiola, colocando-o do lado de fora, no jardim. Então o papagaio, tendo captado a mensagem, levantou-se e voou para fora do alcance do mercador.

domingo, 1 de novembro de 2009

Que delicia de passeio!


Este sábado foi de muita alegria, meu primo querido Tunico veio passar o final de semana comigo e com a querida irmã do coração Fifi . Escolhemos visitar o Museu de Historia Natural, já que a Fifi não conhecia.



Ficamos encantados com a beleza do lugar, árvores imensas, várias espécies de plantas tudo muito bonito e agradável, um ar puro, cheirinho de mato



Os caminhos são maravilhosos, o lugar transmite paz e harmonia . Bom para meditar.



É lá que fica o famoso presepio do Pipiripau, que é uma idealização e criação de Raimundo Machado, que vem sendo exibido ha mais de 50 anos.




Igual a beleza e a magia do lugar, é sem dúvida o carinho, a amizade que  nós três temos um pelo outro. É um amor que sabemos que continuará na proxíma vida.
 Amo vocês, obrigada  pelos risos, brincadeiras , por podemos ser nós mesmos.

Beijos queridos amigos do coração, com certeza sou muito mais feliz por ter vocês em minha vida.